Os 4 sinais do verdadeiro pentecoste

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A moda nos dias de hoje é o Pentecoste! Todos o querem. Cartazes e faixas na frente dos templos indicam que o “dia X é o dia do pentecoste”, nestes dias a filas do “cai-cai”, pessoas que forçam as manifestações e muita criancice. É claro que não são em todos os lugares, mas infelizmente são poucos os que lembram o verdadeiro Pentecoste. Veremos 4 sinais para identificarmos o verdadeiro Pentecoste. Antes sugiro que você leia Atos 2 para entender melhor as minhas justificativas!

Sinal 1: Todos possuem o mesmo objetivo!

O versículo 1 de Atos 2 nos diz que: “Chegando o dia de Pentecoste, estavam todos reunidos num só lugar”.

Isto significa que todos estavam com o mesmo objetivo. Não havia vaidades e nem outras necessidades pois o objetivo era se encherem do Espirito!

Sinal 2: O Pentecoste é a festa do povo!

A festa de pentecoste é comemoração ao festival judaico da colheita. É uma comemoração relacionada aos Dez mandamentos. Por isso é a festa do povo e Atos 2 nos deixa claro isto: não havia avarentos, não havia intelectuais, não havia sacerdotes, não havia conflito de interesses, pois como disse Paulo: ” Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;”. Isto significa que onde ocorre o verdadeiro Pentecoste só a pobres de espírito, pois deles é o Reino dos Céus!

Sinal 3: O verdadeiro Pentecoste é acompanhado de capacitação do espírito!

Onde a o verdadeiro pentecoste a capacitação! Jesus nos disse que não se pode colocar vinhos novos em odres velhos, por isso o Espírito acompanha uma renovação, uma capacitação e uma novidade de vida! Onde se diz que a Pentecoste e não a mudança de vida, fuja pois não é o verdadeiro Pentecoste! Veja Atos 2:4

Manual Bíblico das Questões Difíceis e Polêmicas da Bíblia

Sinal 4: O verdadeiro pentecoste é seguido por conversões!

Este é o maior dos sinais. Onde a pentecoste a conversões, a mudança de mente e a renovação. Veja que em Atos 2:41 que naquele dia cerca de 3 mil pessoas foram batizadas, o que nos mostra que de nada adianta o Pentecoste se ele não vier com a conversão de pecadores!

Até Já!

7 Comentários



  1. Saudações Cristãs a todos.
    Como o Luiz Henrique falou, “Pentecostes” é uma palavra grega, que era atribuída a Festa da Colheita ou Sega – no hebraico hag haqasir. Por se tratar de uma colheita de grãos, trigo e cevada, essa festa ganhou esse nome.(Êxodo 23.16). Originalmente esta festa tinha vários nomes, além do nome já citado, tais como:
    1) Festa das Semanas – no hebraico, hag xabu´ot. A razão desse nome está no período de tempo entre a Páscoa e esta festa, que é de sete semanas. Esta festa acontece cinquenta dias depois da Páscoa, com a colheita da cevada; o encerramento acontece com a colheita do trigo (Ex 34.22; Nm 28.26; Dt 16.10).
    2) Dia das Primícias dos Frutos – no hebraico yom habikurim. Este nome tem sua razão de ser na entrega de uma oferta voluntária, a Deus, dos primeiros frutos da terra colhidos naquela sega (Números 28.26). Provavelmente, a oferta das primícias acontecia em cada uma das três tradicionais festas do antigo calendário bíblico. Na primeira, Páscoa, entregava-se uma ovelha nascida naquele ano; na segunda, Colheita ou Semanas, entregava-se uma porção dos primeiros grãos colhidos; e, finalmente, na terceira festa, Tabernáculos ou Cabanas, o povo oferecia os primeiros frutos da colheita de frutas, como uva, tâmara e figo, especialmente.

    Nos últimos trezentos anos do período do Antigo Testamento, os gregos assumiram o controle do mundo, impondo sua língua, que se tornou muito popular entre os judeus. Os nomes hebraicos – hag haqasir e hag xabu´ot – perderam as suas atualidades e foram substituídos pela denominação Pentecostes, cujo significado é cinquenta dias depois (da Páscoa). Como o Império Grego passou a ter hegemonia em 331 a.C., é provável que o nome Pentecostes tenha ganhado popularidade a partir desse período.
    Uma outra característica que eu gostaria de citar, é que as reuniões pentecostais de hoje em dia, que
    gostam de enfatizar o “derramar do Espírito ou o cair do Espírito”, e para confirmar, começam a falar línguas estranhas que ninguém compreende. Da maneira como ocorreu na festa de pentecostes no século 1º d.C, o capítulo 2 do livro de Atos nos revela que os Apóstolos de Jesus não falavam línguas estranhas, mas sim o seu próprio idioma (hebraico ou possivelmente aramaico), para as pessoas de várias regiões e nações, veja o diz o texto de Atos:

    “E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! não são galileus todos esses homens que estão falando?
    Como, pois, os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?
    Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, Judéia, Capadócia, Ponto e Asia,
    E Frígia e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos, tanto judeus como prosélitos,
    Cretenses e árabes, todos nós temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.
    Atos 2:7-11”.

    Certamente que os Apóstolos não sabiam falar em latim (idioma dos romanos) e muito menos egípcio ou os demais idiomas das pessoas que estavam presentes, o Espírito Santo, neste caso, trabalhou como o Grande Tradutor, e fez isso com um Grande Propósito, converter as pessoas presentes.

    Depois desse ocorrido, o Pentencostes ganhou fama, repercutindo até na Igreja de Corinto, quando falsos profetas e até médiuns começaram a falar línguas que nem eles mesmo entendiam, para ludibriar seus adeptos, tal prática ficou conhecido como a “Glossolalia” e em razão disto, o Apóstolo Paulo adverte:

    “Segui o amor, e procurai com zelo os dons espirituais, mas principalmente o de profetizar.
    Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios.
    Mas o que profetiza fala aos homens, para edificação, exortação e consolação.
    O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo, mas o que profetiza edifica a igreja.
    E eu quero que todos vós faleis em línguas, mas muito mais que profetizeis; porque o que profetiza é maior do que o que fala em línguas, a não ser que também interprete para que a igreja receba edificação.
    E agora, irmãos, se eu for ter convosco falando em línguas, que vos aproveitaria, se não vos falasse ou por meio da revelação, ou da ciência, ou da profecia, ou da doutrina?
    Da mesma sorte, se as coisas inanimadas, que fazem som, seja flauta, seja cítara, não formarem sons distintos, como se conhecerá o que se toca com a flauta ou com a cítara?
    Porque, se a trombeta der sonido incerto, quem se preparará para a batalha?
    Assim também vós, se com a língua não pronunciardes palavras bem inteligíveis, como se entenderá o que se diz? porque estareis como que falando ao ar.
    Há, por exemplo, tanta espécie de vozes no mundo, e nenhuma delas é sem significação.
    Mas, se eu ignorar o sentido da voz, serei bárbaro para aquele a quem falo, e o que fala será bárbaro para mim.
    Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja.
    Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar.
    1 Coríntios 14:1-13”

    A paz.
    Jorge.

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